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terça-feira, 22 de julho de 2008

Slow Hand

Acabei de ler Eric Clapton - A Biografia, estimulado pelo meu amigo Douglas, que comentou ser um belo livro. Claro que não cometerei a deselegância de publicar spoilers de qualquer tipo - é como ficar na fila do cinema e um engraçadinho comentar quem morre.

Após um longo caminho até mim, acabei por recebê-lo na sexta, dia 18 e na segunda cedo, dia 21, já tinha o lido todo.
Minha esposa reclama muito comigo (desculpem a redundância) dizendo que assim fico sem ter o que ler muito rapidamente.

Porém, devo dizer que tenho uma técnica pessoal de leitura: faço primeiro uma completa, sem observar detalhes. Depois, num segundo momento, releio anotando datas, fatos, nomes, locais, de modo a fazer uma consulta ao oráculo googleiano.

E este livro em questão é pródigo em nomes de músicos, bandas, albuns, etc... Vou ter muito o que pesquisar.

Devo dizer que é um belo relato de vida. Me surpreendeu a sinceiradade do Ric (acho que posso chamá-lo assim, após saber de tanta coisa a seu respeito).

Se você gosta de epifânia, drama, redenção, drogas, sexo e rock and roll (não necessariamente nesta ordem) deve lê-lo sem falta.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Enfim...

Finalmente!

Recebi o meu tão aguardado livro.

E por uma destas pegadinhas da vida, descobri que a representante da Submarino aqui na minha cidade mora a uma quadra de casa!!!

Bem...bem...

Registrei o momento mágido da abertura do pacote.

Um pequeno fato para a humanidade, mas enorme no "wesley's world".


Agora, à leitura.



quarta-feira, 16 de julho de 2008

Procurando Maria Francisca


Finalmente aconteceu!
Depois de algumas pequenas compras sem problemas pela internet, eu que só tinha ouvido outros passarem por maus bocados, faço agora, parafraseando os Engenheiros, parte do coro dos descontentes.

A coisa toda é muito bizarra, como vocês perceberão.

Comprei no dia 08/07 o livro Eric Clapton - A Autobiografia através do site Submarino e para minha surpresa (já que a encomenda não chegava) verifiquei ontem no site que o livro foi entregue no dia 10/07 para minha amiga Maria Francisca.

Só tem um problema: desconheço quem seja Maria Francisca.

Desconfio, com muita chance de estar certo, que o transporta-dor, não encontrando ninguém em casa, na ânsia de se livrar da mercadoria a entregou ao primeiro transeunte ou, na melhor das hipóteses, a um vizinho.

Percebo, muito tardiamente, que conheço muito pouco meus vizinhos. Não sei seus nomes. O que fazem. Qual a composição das suas famílias. Se gostam de quiabo...ou giló (ou será jiló?).

Bem feito prá mim. Muito bom para a Maria Francisca.

Agora analisem comigo: como pode uma empresa séria (!!??) como a Submarino fazer uma entrega a uma pessoa baseada somente em sua própria alegação de ser minha "amiga"? E nem pediram um documento! Eles não podem se aproveitar assim da minha baixa interação social!

Enfim, se você é a Maria Francisca ou conheçe seu paradeiro, ou conheçe quem conheçe seu paredeiro, por favor, me ajude a recuperar o livro!

Ao contrário da Bete, pouco tenho a oferecer. No máximo te empresto o livro. Mas só depois de o ler.


Atualizando a fuzarca:


Olá Wesley Vieira Amorim

Referente à sua informação de não localização de seu pedido XXXXXXXXXX, entregue em 10/07/2008 para MARIA FRANCISCA que se identificou como amiga, acionamos nosso agente de entrega, que realizará uma visita no endereço, onde poderá constatar se houve alguma falha operacional.


Este processo poderá ocorrer em até 05 dias úteis. Pedimos gentilmente que aguarde.

Contamos com sua compreensão e permanecemos a sua inteira disposição para qualquer informação que se faça necessária.

Ter você a bordo será sempre um imenso prazer para nossa tripulação!


Atenciosamente,

Gerson Mariano
Sac Delivery Submarino
www.submarino.com.br

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Ainda há esperança!

O Hudson (aquele mesmo da dupla sertaneja) como você nunca viu (ou ouviu)!!!


terça-feira, 8 de julho de 2008

Ouça Doxologia

Queria que você ouvisse o Fonte és Tu...e me diga se a letra e a melodia não são de derreter corações gelados!!

Está aí ao lado no Podcast.

Ouça também o Antífona.

domingo, 6 de julho de 2008

A fonte que não seca

Definitivamente detesto surpresas.
Chamadas telefônicas no meio da noite, gente saltando detrás de uma porta gritando "buh".
Quisera eu que a vida seguisse sempre seu fluxo normal, sem sobressaltos.
Não é sempre o caso, claro!

Hoje, porém, tive uma grata.
Pesquisando no blogspot, deparei-me com um álbum chamado Doxologia.
Eu sempre gostei de "palavras-conceito", aquelas que trazem em si mesmas todo um arsenal de definições. Por isso mesmo o nome deste blog: nada sonoro ou de fácil memorização, confesso, mas que conduz, no meu entendimento, a uma série de pensamentos.

É o caso, também, da palavra Doxologia.

Pois bem, este álbum, interpretado pelo Lucas Souza, contém somente hinos clássicos. E, diga-se de passagem, com ótimos arranjos, que não disvirtuaram todo o peso de história que eles trazem consigo.
Criado que fui em uma igreja Batista tradicional, os hinos do Cantor Cristão, entoados sempre com devoção, bem me lembro, por todos, ficaram indelevelmente gravados na minha memória.

Um destes hinos me fez lembrar de dias felizes da minha infância, quando a inocência ainda imperava, e o cinismo não fazia parte do vocabulário.
Trata-se do Fonte és Tu de toda benção, escrito simplesmente nos anos 1700 e traduzido para o portugês em 1800!!! Veja mais detalhes acerca desse hino, aqui - um ótimo texto, muito além do que eu poderia escrever.

Quando digo que eram entoados por todos não é uma simples força de expressão.
Hoje, os hinos, suplantados pelos corinhos..er..cântinos, tem apenas uma participação especial na liturgia. É aquele momento do "vale a pena cantar de novo".
É como se significasse: ah, vamos cantar nó suíno para satisfazer a velha guarda.

Não sei como explicar: a imagem do prédio da igreja, sem luxo, sem ostentação. Os irmãos cantando em uníssono. A família reunida. Todos com seus hinários abertos. Não havia conceitos. Nem igreja emergente, com ou sem propósito, G12, blá-blá-blá. Não havia teologia que nos derrubasse.

Tudo isso me veio a mente ouvindo Fonte és Tu....

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Jerusalem - In His Majesty's Service (Live)





Jerusalem foi uma banda de Christian Rock sueca fundada em 1975 por Ulf Christiansson que combinava letras cristãs com um estilo hard rock.

A mensagem de Jerusalem foi dirigida primeiramente para a juventude, com letras que descreviam o relacionamento da banda de um modo simples mas radical. O propósito da banda era expressamente evangelístico. Seus concertos foram descritos como uma série de reuniões de avivamento que frequentemente incluíam chamadas ao altar e, ocasionalmente, exorcismos.

Quando a banda fez a primeira turnê na Suécia em meados dos anos 70, sua combinação de letras cristãs e hard rock foi muito criticada. A banda foi autorizada a se apresentar em poucas igrejas.

Com o passar do tempo, Jerusalem ganhou mais aceitação, e depois de três anos de turnê, as gravadoras começaram a se oferecer para gravar a banda. A gravadora cristã Prim foi a primeira a produzir um álbum da banda, chamado simplesmente Jerusalem, que alcançou um grande sucesso nos ouvintes cristãos, tendo vendido, nos primeiros seis meses, 20.000 cópias na Europa. Em resposta, Jerusalem fez uma turnê na Suécia e na Escandinávia.

Entre 1983 e 1985, Jerusalem fez várias apresentações nos Estados Unidos, que resultou no álbum ao vivo In His Majesty's Service - Live in USA.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Leviticus - The Suffering Servant

Considero esta uma das melhores músicas do Levíticus, banda já aqui apresentada.
Baseada no texto do profeta Isaias, Capítulo 53, descreve o sofrimento do Cristo, usando uma melodia arrebatadora.
A introdução com violões, calma, melódica e com forte tônica medieval é interrompida por uma guitarra rascante e um vocal agudo e intenso, tudo isso pontuado por um baixo vigoroso.


Obs: dedicado ao meu amigo, baterista, um dos tais, Douglas Godoi.



sábado, 14 de junho de 2008

Larry Norman

Larry Norman foi um dos primeiros "Christian Rockers", tendo surgido no final dos anos 60.
Por algum tempo ele enfrentou a zombaria das pessoas que não entendiam que Deus pode agir através do seu estilo musical.

Algumas destas situações serviram de inspiração na criação das letras das suas canções.
Para alguns sua música hoje soará um tanto quanto antiquada, mas imagine como reagiram os que a escutaram no final dos anos 60, começo dos 70!

Para quem gosta de qualidade musical, não só na forma, mas também no conteúdo, ouvir Larry Norman é estimulante.

Esta é uma homenagem a ele, falecido no dia 24 de fevereiro de 2008.

Você pode ouvir agora a música Six Sixty Six, do álbum In Another Land de 1975.
Bem calminha, só acompanhada de violão.

In the midst of the war, he offered us peace,
He came like a lover, from out of the east,
With the face of an angel, and the heart of a beast,
His intentions were six - sixty - six.

He walked up to the temple with gold in his hands,
Then he bought off the priests and propositioned the land,
And the world was his harlot and laid in the sand,
While the band played six - sixty - six.

We served at his tables and slept on the floor,
But he starved us, and beat us, and nailed us to the door,
And I'm ready to die, I can't take anymore,
And I'm sick of his lies and his tricks.

He told us he loved us, but that was a lie,
There was blood in his pocket and death in his eye,
Now my number is up, and I'm willing to die,
If the band will play six - sixty…
If the band will play six - sixty - si….
If the band will play six - sixty - six.


Visite o site oficial aqui.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Um pouco de Leviticus

Antes que existisse o movimento "gospel" (um bom exemplo de uma boa palavra má utilizada!), pretensamente encabeçado por aquela agremiação religiosa cujo significado é "tornar a nascer, adquirir nova vida, vigor ou atividade", lá pelos idos dos anos 80, já existia um pequeno grupo no Brasil onde circulavam cópias dos álbuns de bandas de rock norte-americanas, calcados em forte conteúdo cristão. Lá esse movimento foi denomidado "White Metal", justamente por fazer, ou tentar fazer oposição ao "black metal". Muitas destas (me refiro às cópias) obtidas graças ao nosso amigo Christian, que conseguia as fitas K7 originais (isso mesmo, K7) das principais bandas.
Entre estas, Leviticus, cuja música Messiah você pode ouvir agora.
Bela música, letra surpreendentemente direta...


História

Foi uma banda sueca formado por Björn Stigsson, Håkan Andersson and Kjell Andersson nos anos 80. Sua primeira gravação foi no formato Maxi EP in 1982 contendo quatro músicas. O nome do album era "Stå och titta på" - todas as letras em sueco.
O primeiro albúm do Leviticus, e o último cantado em sueco, veio em 1983 foi chamado "Jag skall segra!".

Em 1984 Leviticus fez uma versão em inglês do album "Jag skall segra!" ou "I shall Conquer".
Em 1985 Leviticus alcançou reconhecimento com o albúm "The Strongest Power". "Um dos melhores albúns do ano" segundo a revista "Kerrang".

Em 1987 Leviticus gravou o albúm "Setting fire to the earth". Nesta gravação Håkan Andersson deixa a banda e Ez Gomer substitui Håkan no baixo e Terry H. assume os vocais.
Em 1989 Leviticus lança "Knights of Heaven". Este albúm foi produzido e gravado nos EEUA.

Nesta época, novas mudanças na banda: Peo Pettersson substitui Terry H. nos vocais e Niklas Franklin entra no lugar de Ez Gomer no baixo.
O albúm foi produzido pelos irmãos Elefante (é sobrenome mesmo!), John & Dino (mesmo do Petra). Em 1993 Leviticus lança seu último albúm "The best of Leviticus". É uma coleção com as melhores e mais conhecidas músicas da banda.

Leviticus também lançou 4 singles: Let me fight - Day by day. Maxi-single Talking Music - 1984. Flames of fire - Love is love. Maxi-single Solidrock U.S.A. -1987. Isn`t it love - Born again Royal Music - 1989.