sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Gente que fala...

Dona Solange não fala bem, mas têm muita coisa a dizer.
Mas,e daí? Moisés também não era assim?

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terça-feira, 12 de agosto de 2008

Os Sauros se reúnem...

Foi um momento de pura nostalgia, onde pudemos avaliar que a passagem do tempo não abalou nossa amizade.

Mais que isso, a passagem do tempo não alterou a essência do que somos. Mas já nossos cabelos!!!

Pena nem todos os Sauros terem comparecido (ah, lagartos preguiçosos!).

Agora a dúvida: como resumir em um encontro de apenas quatro horas, todos estes 10 anos?


Registro do almoço de 02/08: Christian, Ozélia e Elias, Luciana, Davi e Douglas, Eu e Rosany.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Óh lindas piadas!

Definitivamente, inexoravelmente, sou um cara chato.
Uma chatice que, espero, não incomode muito as pessoas. Apenas faça surgir aquela nesga de sorriso enviesado no canto da boca.

Como se meu comportamento já fosse o esperado, pontuado por uma frase do tipo "ah-ele-é-assim-mesmo-não-muda-nunca-fazer-o-quê".

Existem momentos em que queria reagir como as pessoas de um modo geral reagem. Sentir o que as pessoas normalmente sentem. Não ter uma visão crítica tão acentuada. E isto não é um auto-elogio. Pelo contrário, um "mea culpa".

Ás vezes é pouco confortável ter esse tipo de percepção das coisas. E sobre isso os Beatles já alertaram: "Don't carry the world upon your shoulders".

Todo esse palavrório só para dizer que simplesmente não consigo assistir normalmente as Olimpíadas. Culpa das coisas que ouço por aí. Como por exemplo:

"Vou lutar por uma medalha para o povo brasileiro" - às vezes com acréscimo do adjetivo "sofrido" ao substantivo povo;

"O brasileiro chama a atenção nas ruas pela sua alegria contagiante" - e a câmera focando em um grupo cantando "ah, sou brasileiro, com muito orgulho...."

"Esta é a maior Olimpíada da história" - o mesmo foi dito da anterior e da que antecedeu a anterior

"A China se apresenta ao mundo" - ufa!

"A delegação brasileira foi a mais aplaudida" - que petulância!

Olho e tudo que consigo pensar é no tipo de vida que os chineses levam. Sem liberdade individual assegurada (eles não tem nem Youtube!). Ou na opinião do governo, uma liberdade vigiada.

A Praça da Paz Celestial transformada em um mero Ninho de Pássaro!

Alerta: o link acima contém imagens fortes que podem causar transtornos e aflições a pessoas sensíveis.


quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Gente que faz...

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Enviado pelo Jaser.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Grande encontro

E o gringo voltou.
Depois de uma temporada no Suomen o gringo está de volta ao Brasil.
Mas chamá-lo de gringo é uma maldade, já que ele é um brasileiro da mais pura gema.
Seus cabelos lisos, loiro, pele e olhos claros denotam um típico bras....erh....pensando bem, chamá-lo de "gringo" até que caí bem.

O Christian (gringo, não falei?) faz parte da história de um grupo que denominamos sauros, por razões óbvias.

Esta história pretendo publicar, se o Kiki, Kaka e Kuku, como carinhosamente chamo meus neurônios, receberem os inputs devidos. O Douglas (já citado por aqui, também ele um sauro) até me enviou umas fotos desta Era, mas, por respeito aos que ousam me ler, titubeio em publicar.

Bem, bem...

Sábado que vem, dia 02/08, pretendemos nos reunir para um almoço no Rei do Cupim em Campinas. Será um ágape regado a coca-cola, sucos e derivados, pois só a lei é seca, e se é líquido bebemos mesmo e se for sólido comê-lo-emos.

Estarão lá, muito provavelmente, Jaser-sauro, Venâncio-sauro, Douglas-sauro, Luciana-sauro, Daniel-saurinho, Elias-sauro, Samuel-sauro, e outros sauros arrebanhados ao longo da semana.

Até lá!!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Slow Hand

Acabei de ler Eric Clapton - A Biografia, estimulado pelo meu amigo Douglas, que comentou ser um belo livro. Claro que não cometerei a deselegância de publicar spoilers de qualquer tipo - é como ficar na fila do cinema e um engraçadinho comentar quem morre.

Após um longo caminho até mim, acabei por recebê-lo na sexta, dia 18 e na segunda cedo, dia 21, já tinha o lido todo.
Minha esposa reclama muito comigo (desculpem a redundância) dizendo que assim fico sem ter o que ler muito rapidamente.

Porém, devo dizer que tenho uma técnica pessoal de leitura: faço primeiro uma completa, sem observar detalhes. Depois, num segundo momento, releio anotando datas, fatos, nomes, locais, de modo a fazer uma consulta ao oráculo googleiano.

E este livro em questão é pródigo em nomes de músicos, bandas, albuns, etc... Vou ter muito o que pesquisar.

Devo dizer que é um belo relato de vida. Me surpreendeu a sinceiradade do Ric (acho que posso chamá-lo assim, após saber de tanta coisa a seu respeito).

Se você gosta de epifânia, drama, redenção, drogas, sexo e rock and roll (não necessariamente nesta ordem) deve lê-lo sem falta.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Enfim...

Finalmente!

Recebi o meu tão aguardado livro.

E por uma destas pegadinhas da vida, descobri que a representante da Submarino aqui na minha cidade mora a uma quadra de casa!!!

Bem...bem...

Registrei o momento mágido da abertura do pacote.

Um pequeno fato para a humanidade, mas enorme no "wesley's world".


Agora, à leitura.



quarta-feira, 16 de julho de 2008

Procurando Maria Francisca


Finalmente aconteceu!
Depois de algumas pequenas compras sem problemas pela internet, eu que só tinha ouvido outros passarem por maus bocados, faço agora, parafraseando os Engenheiros, parte do coro dos descontentes.

A coisa toda é muito bizarra, como vocês perceberão.

Comprei no dia 08/07 o livro Eric Clapton - A Autobiografia através do site Submarino e para minha surpresa (já que a encomenda não chegava) verifiquei ontem no site que o livro foi entregue no dia 10/07 para minha amiga Maria Francisca.

Só tem um problema: desconheço quem seja Maria Francisca.

Desconfio, com muita chance de estar certo, que o transporta-dor, não encontrando ninguém em casa, na ânsia de se livrar da mercadoria a entregou ao primeiro transeunte ou, na melhor das hipóteses, a um vizinho.

Percebo, muito tardiamente, que conheço muito pouco meus vizinhos. Não sei seus nomes. O que fazem. Qual a composição das suas famílias. Se gostam de quiabo...ou giló (ou será jiló?).

Bem feito prá mim. Muito bom para a Maria Francisca.

Agora analisem comigo: como pode uma empresa séria (!!??) como a Submarino fazer uma entrega a uma pessoa baseada somente em sua própria alegação de ser minha "amiga"? E nem pediram um documento! Eles não podem se aproveitar assim da minha baixa interação social!

Enfim, se você é a Maria Francisca ou conheçe seu paradeiro, ou conheçe quem conheçe seu paredeiro, por favor, me ajude a recuperar o livro!

Ao contrário da Bete, pouco tenho a oferecer. No máximo te empresto o livro. Mas só depois de o ler.


Atualizando a fuzarca:


Olá Wesley Vieira Amorim

Referente à sua informação de não localização de seu pedido XXXXXXXXXX, entregue em 10/07/2008 para MARIA FRANCISCA que se identificou como amiga, acionamos nosso agente de entrega, que realizará uma visita no endereço, onde poderá constatar se houve alguma falha operacional.


Este processo poderá ocorrer em até 05 dias úteis. Pedimos gentilmente que aguarde.

Contamos com sua compreensão e permanecemos a sua inteira disposição para qualquer informação que se faça necessária.

Ter você a bordo será sempre um imenso prazer para nossa tripulação!


Atenciosamente,

Gerson Mariano
Sac Delivery Submarino
www.submarino.com.br

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Quadrinha despretensiosa inacabada



Existe uma pergunta
Que está na boca do povo:
Porque nós não vivemos
Como gato e cachorro?

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Ainda há esperança!

O Hudson (aquele mesmo da dupla sertaneja) como você nunca viu (ou ouviu)!!!


terça-feira, 8 de julho de 2008

Ouça Doxologia

Queria que você ouvisse o Fonte és Tu...e me diga se a letra e a melodia não são de derreter corações gelados!!

Está aí ao lado no Podcast.

Ouça também o Antífona.

domingo, 6 de julho de 2008

A fonte que não seca

Definitivamente detesto surpresas.
Chamadas telefônicas no meio da noite, gente saltando detrás de uma porta gritando "buh".
Quisera eu que a vida seguisse sempre seu fluxo normal, sem sobressaltos.
Não é sempre o caso, claro!

Hoje, porém, tive uma grata.
Pesquisando no blogspot, deparei-me com um álbum chamado Doxologia.
Eu sempre gostei de "palavras-conceito", aquelas que trazem em si mesmas todo um arsenal de definições. Por isso mesmo o nome deste blog: nada sonoro ou de fácil memorização, confesso, mas que conduz, no meu entendimento, a uma série de pensamentos.

É o caso, também, da palavra Doxologia.

Pois bem, este álbum, interpretado pelo Lucas Souza, contém somente hinos clássicos. E, diga-se de passagem, com ótimos arranjos, que não disvirtuaram todo o peso de história que eles trazem consigo.
Criado que fui em uma igreja Batista tradicional, os hinos do Cantor Cristão, entoados sempre com devoção, bem me lembro, por todos, ficaram indelevelmente gravados na minha memória.

Um destes hinos me fez lembrar de dias felizes da minha infância, quando a inocência ainda imperava, e o cinismo não fazia parte do vocabulário.
Trata-se do Fonte és Tu de toda benção, escrito simplesmente nos anos 1700 e traduzido para o portugês em 1800!!! Veja mais detalhes acerca desse hino, aqui - um ótimo texto, muito além do que eu poderia escrever.

Quando digo que eram entoados por todos não é uma simples força de expressão.
Hoje, os hinos, suplantados pelos corinhos..er..cântinos, tem apenas uma participação especial na liturgia. É aquele momento do "vale a pena cantar de novo".
É como se significasse: ah, vamos cantar nó suíno para satisfazer a velha guarda.

Não sei como explicar: a imagem do prédio da igreja, sem luxo, sem ostentação. Os irmãos cantando em uníssono. A família reunida. Todos com seus hinários abertos. Não havia conceitos. Nem igreja emergente, com ou sem propósito, G12, blá-blá-blá. Não havia teologia que nos derrubasse.

Tudo isso me veio a mente ouvindo Fonte és Tu....

quarta-feira, 2 de julho de 2008

sexta-feira, 27 de junho de 2008

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Jerusalem - In His Majesty's Service (Live)





Jerusalem foi uma banda de Christian Rock sueca fundada em 1975 por Ulf Christiansson que combinava letras cristãs com um estilo hard rock.

A mensagem de Jerusalem foi dirigida primeiramente para a juventude, com letras que descreviam o relacionamento da banda de um modo simples mas radical. O propósito da banda era expressamente evangelístico. Seus concertos foram descritos como uma série de reuniões de avivamento que frequentemente incluíam chamadas ao altar e, ocasionalmente, exorcismos.

Quando a banda fez a primeira turnê na Suécia em meados dos anos 70, sua combinação de letras cristãs e hard rock foi muito criticada. A banda foi autorizada a se apresentar em poucas igrejas.

Com o passar do tempo, Jerusalem ganhou mais aceitação, e depois de três anos de turnê, as gravadoras começaram a se oferecer para gravar a banda. A gravadora cristã Prim foi a primeira a produzir um álbum da banda, chamado simplesmente Jerusalem, que alcançou um grande sucesso nos ouvintes cristãos, tendo vendido, nos primeiros seis meses, 20.000 cópias na Europa. Em resposta, Jerusalem fez uma turnê na Suécia e na Escandinávia.

Entre 1983 e 1985, Jerusalem fez várias apresentações nos Estados Unidos, que resultou no álbum ao vivo In His Majesty's Service - Live in USA.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Santa baderna

Os evangélicos foram piquetar na porta do Congresso Nacional, mais conhecida como casa de loucos.
Parece que esse mó vi mento foi combinado há umas semanas atrás. Se não me engano o Silas (não aquele, mas esse) pediu no seu programa de tv, que-era-pecado-assistir-mas-agora-não-é-mais, que todos os crentes comparecessem.

Leio na Folha que se trata de um movimento contra a criminalização da homofobia (diga rápido essa frase se for capaz).

Sinceramente, não tenho mais saco para manifestações, sejam quais forem. Erguer estandartes, marchar e gritar em uníssono palavras de ordem (o povo, unido, jamais será vencido; você aí parado, também é explorado; arroz, feijão, saúde e educação - pelo menos era mais ou menos isso que se proclamava nos idos anos 70 e 80), tentar chamar a atenção, não dá mais para mim.

Por outro lado, admiro quem ainda tem essa disposição para dar a cara para bater.
Aprendi, após duras penas, que idealismo não paga as minhas contas.

Alienado? Hum, talvez. Cínico? Ah, nem tanto.

Até acho que essa coisa de ir preso por xingar uma cara de bicha não é legal. O que será de nós, heteros, de não pudermos xingar um cara de viadinho(*)? Já pensou se o sujeito é mesmo? Pode-se, sendo aprovada a lei, ir preso.

É, a coisa está mesmo invertida. Como já dizia o sábio Falcão:

O homem nasce sem maldade em parte nenhuma do corpo
O homem é lobo do homem
Isso explica a veadagem congênita e a baitolagem adquirida!

Porque homem é homem, menino é menino, macaco é macaco e viado é viado

Veado = é o animal campeiro, eu disse, campeiro
Viado = homossexual - não o sabão para as partes pudentas

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Será possível?

Pronunciar Massachusetts

Novela sem traição

Crianças jogando bets

Fausto Silva caladão

Anagrama

Hoje, só amenidades.

Na onda do Código da Vinci de Dan Browrn, que lí há uns anos atrás, fiz umas pesquisas no irmão google acerca de anagramas.

Segundo a Wikipédia "anagrama (do grego ana = "voltar" ou "repetir" + graphein = "escrever") é uma espécie de jogo de palavras, resultando do rearranjo das letras de uma palavra ou frase para produzir outras palavras, utilizando todas as letras originais exatamente uma vez.
Um exemplo conhecido é o nome da personagem Iracema, claro anagrama de América, no romance de José de Alencar". Hum, nunca tinha percebido isso.

Ator = Rota é um exemplo de anagrama simples. Em uma forma de anagramia mais avançada, sofisticada, o objetivo é ‘descobrir’ um resultado que tenha um significado linguístico que defina ou comente sobre o objetivo original de forma humorística ou irônica. Quando o objetivo e o anagrama resultante formam uma frase completa, um til (~) é comumente utilizado, ao invés de um sinal de igualdade; por exemplo: Semolina ~ Is no meal.

Tipos de anagramas:

Pangrama: é uma frase que usa todas as letras do alfabeto. Exemplos: "Um pequeno jabuti xereta viu dez cegonhas felizes; The quick brown fox jumps over the lazy dog.
Aliás, tecle a expressão =rand(x,y) no Word, sendo x e y números aleatórios e veja o que acontece.

Anigrama: é um anagrama que se anima sozinho embaralhando as letras numa animação gif ou flash.

Anugrama: é uma sentença que seu anagrama tem o mesmo significado da sentença original. Exemplo: "Eleven plus two = Twelve plus one".

Veja nos sites abaixo que frase dá para gerar com seu nome.:

Wordsmith

Anagram Genius

sábado, 21 de junho de 2008

Sobre boleiros, pátria e povo


E eles conseguiram de novo. Depois de perder para a Venezuela, o empate com a Argentina foi recebido como mais uma tagédia nacional.
Sim, por que a seleção brasileira de futebol tem a obrigação de ganhar. Aliás, mais que isso, obrigação de vencer inquestionavelmente. Com o tal de "jogo bonito".

Mas não basta vencer: tem que humilhar o adversário, deixá-lo estatelado no chão, desconcertado.

Afinal, segundo a pregação galvânica buênica, a seleção brasileira é pentaaaaaaa! Temos sempre que ir prá cima deles, temos futebol prá isso, veja que garra, que vontade!

Esse história já foi longe demais. Pelo menos para o meu gosto. E olha que gosto de futebol. Confundir Pátria com jogo, mesmo se tratando da seleção nacional é coisa de entorpecer.

Eles, os jogadores, alegam estar a serviço do povo brasileiro, honrando o nome danação, e por isso mesmo estão acima de qualquer crítica ou acusação.

Mas, como já diz a canção, quem eles pensam que são?
Morando há muito tempo fora do país, perderam totalmente a identidade nacional. Pelo menos com a original - muitos deles tem dupla cidadania.
Nota-se até mesmo um português carregado em alguns deles, intencional ou não.

Não sou hipócrita - geralmente oriundos de famílias simples, eles tem todo o direito de buscarem uma vida melhor.

Mas, por favor, cáras-pálidas, não me digam que fazem o que fazem por nós.
Afinal, o fazem por vocês mesmos.

Taça por taça, prefiro a de vinho. Tim-tim.

Um pedido a Deus

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Um trio improvável: Mercedes Sosa, Beth Carvalho e Gandhi.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Leviticus - The Suffering Servant

Considero esta uma das melhores músicas do Levíticus, banda já aqui apresentada.
Baseada no texto do profeta Isaias, Capítulo 53, descreve o sofrimento do Cristo, usando uma melodia arrebatadora.
A introdução com violões, calma, melódica e com forte tônica medieval é interrompida por uma guitarra rascante e um vocal agudo e intenso, tudo isso pontuado por um baixo vigoroso.


Obs: dedicado ao meu amigo, baterista, um dos tais, Douglas Godoi.



sábado, 14 de junho de 2008

Larry Norman

Larry Norman foi um dos primeiros "Christian Rockers", tendo surgido no final dos anos 60.
Por algum tempo ele enfrentou a zombaria das pessoas que não entendiam que Deus pode agir através do seu estilo musical.

Algumas destas situações serviram de inspiração na criação das letras das suas canções.
Para alguns sua música hoje soará um tanto quanto antiquada, mas imagine como reagiram os que a escutaram no final dos anos 60, começo dos 70!

Para quem gosta de qualidade musical, não só na forma, mas também no conteúdo, ouvir Larry Norman é estimulante.

Esta é uma homenagem a ele, falecido no dia 24 de fevereiro de 2008.

Você pode ouvir agora a música Six Sixty Six, do álbum In Another Land de 1975.
Bem calminha, só acompanhada de violão.

In the midst of the war, he offered us peace,
He came like a lover, from out of the east,
With the face of an angel, and the heart of a beast,
His intentions were six - sixty - six.

He walked up to the temple with gold in his hands,
Then he bought off the priests and propositioned the land,
And the world was his harlot and laid in the sand,
While the band played six - sixty - six.

We served at his tables and slept on the floor,
But he starved us, and beat us, and nailed us to the door,
And I'm ready to die, I can't take anymore,
And I'm sick of his lies and his tricks.

He told us he loved us, but that was a lie,
There was blood in his pocket and death in his eye,
Now my number is up, and I'm willing to die,
If the band will play six - sixty…
If the band will play six - sixty - si….
If the band will play six - sixty - six.


Visite o site oficial aqui.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Mateus 5:20

Confesso que tenho dificuldades em entender o posicionamento de alguns senhores (e também senhoras) que todo dia se apresentam em nossas residências por meio de programas de televisão, apresentando-nos o que entendem ser a Verdade e único caminho de acesso ao Reino dos Céus. Sim, reconheço que Jesus é sempre apresentado como o caminho. No entano, eles, o pedágio.

Ás vezes muito mais que isso: asseguram-nos ser possível alcançar uma vida plena de felicidades e deleites instantâneos aqui mesmo. Quer dizer, não é necessário aguardar a chegada no céu. Claro que a preços módicos e pagamentos facilitados, via carnê, boleto bancário, etc...
Para um povo sofrido, sem moradia, sem alimentação decente, sem emprego estável e digno, explorados por uma classe política sem ética, é uma discurso promissor.

Mais complicado ainda é explicar, ou tentar explicar, esse posicionamento para as pessoas "não crentes". Claro que existe a tendência de se analisar a todos sob o mesmo prisma.
Como uma máxima: "Fulano é político. Todo político é corrupto. Fulano é corrupto."

Geralmente a conversa é mais ou menos assim:

-Você é daquela igreja em que as mulheres não cortam o cabelo?

-Você dá dinheiro para o seu pastor?

-Sua igreja permite que você assista televisão?

Televisão

Eis um assunto que deu pano para manga nos anos 80/90.
Uma denominação que designa "reunião de muitas pessoas, sociedade, corporação pertencente ao Ser Supremo e Espírito Infinito e Eterno" tinha por hábito perseguir e discriminar todos os seus membros que, porventura, tivessem televisão. Ou não a tendo, a assistissem regularmente. No caso seria a "televizinho".

Havia até "reuniões de doutrinamento" específicas onde se pretendia mostrar os malefícios da televisão. Ah, mas havia também outro instrumento do diabo - a bateria. Mas isso é assunto para uma nova postagem.

Bem, não é segredo que hoje esta agremiação religiosa tem um programa...de televisão. Hoje mesmo assití seus líderes reunidos em esplendorosos gabinetes, notebooks à frente. Sinceramente me lembrei dos senhores de Brasília.
E, suprema ironia, se dirigiam aos seus fiéis!

O que mudou, então?

Temos dois aspectos a considerar nesta questão específica da televisão:

1) se a regra de não poder possuir (nem mesmo assistir) televisão era baseada na Bíblia, então, a Bíblia estava errada, ou

2) a regra não tinha base bíblica alguma e, nesse caso, os líderes desta agremiação iludiram o povo.

É melhor nem considerar o cenário 1, nem mesmo como hipótese, já que iniciaria um sucessão de eventos. Como um jogo de dominó.

Resta-nos o cenário 2. Mas nem mesmo esta escolha trás alívio para eles.

Tantos recursos utilizados de forma equivocada.
Quantas interpretações da Bíblia sob uma ótica pessoal.
Distorcões e ajustes nos textos bíblicos de forma a serem moldadas aos seus caprichos e desejos.

"Vinde a mim os cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei!

Hoje o chamado é: "Preencha o formulário, destaque, leve ao banco, pague e receba nosso livro".

E ao final o profano sou eu.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Um pouco de Leviticus

Antes que existisse o movimento "gospel" (um bom exemplo de uma boa palavra má utilizada!), pretensamente encabeçado por aquela agremiação religiosa cujo significado é "tornar a nascer, adquirir nova vida, vigor ou atividade", lá pelos idos dos anos 80, já existia um pequeno grupo no Brasil onde circulavam cópias dos álbuns de bandas de rock norte-americanas, calcados em forte conteúdo cristão. Lá esse movimento foi denomidado "White Metal", justamente por fazer, ou tentar fazer oposição ao "black metal". Muitas destas (me refiro às cópias) obtidas graças ao nosso amigo Christian, que conseguia as fitas K7 originais (isso mesmo, K7) das principais bandas.
Entre estas, Leviticus, cuja música Messiah você pode ouvir agora.
Bela música, letra surpreendentemente direta...


História

Foi uma banda sueca formado por Björn Stigsson, Håkan Andersson and Kjell Andersson nos anos 80. Sua primeira gravação foi no formato Maxi EP in 1982 contendo quatro músicas. O nome do album era "Stå och titta på" - todas as letras em sueco.
O primeiro albúm do Leviticus, e o último cantado em sueco, veio em 1983 foi chamado "Jag skall segra!".

Em 1984 Leviticus fez uma versão em inglês do album "Jag skall segra!" ou "I shall Conquer".
Em 1985 Leviticus alcançou reconhecimento com o albúm "The Strongest Power". "Um dos melhores albúns do ano" segundo a revista "Kerrang".

Em 1987 Leviticus gravou o albúm "Setting fire to the earth". Nesta gravação Håkan Andersson deixa a banda e Ez Gomer substitui Håkan no baixo e Terry H. assume os vocais.
Em 1989 Leviticus lança "Knights of Heaven". Este albúm foi produzido e gravado nos EEUA.

Nesta época, novas mudanças na banda: Peo Pettersson substitui Terry H. nos vocais e Niklas Franklin entra no lugar de Ez Gomer no baixo.
O albúm foi produzido pelos irmãos Elefante (é sobrenome mesmo!), John & Dino (mesmo do Petra). Em 1993 Leviticus lança seu último albúm "The best of Leviticus". É uma coleção com as melhores e mais conhecidas músicas da banda.

Leviticus também lançou 4 singles: Let me fight - Day by day. Maxi-single Talking Music - 1984. Flames of fire - Love is love. Maxi-single Solidrock U.S.A. -1987. Isn`t it love - Born again Royal Music - 1989.

sábado, 7 de junho de 2008

Passagens bíbilicas difíceis de entender - parte 2

Este é um interessante artigo que mostra, sob o ponto de vista judaico, a razão de Moisés não entrado na Terra de Prometida.

Um dos relatos mais controvertidos da Torá é o episódio das "águas da discórdia", após o qual Deus decretou que Moisés não teria permissão de entrar na terra de Israel. Sábios, comentaristas bíblicos e até mesmo o próprio Moisés, empenharam-se em dar um significado a esse incidente, relatado no quarto livro da Torá, Números.

O Texto narra que os Filhos de Israel, após terem vagado pelo deserto durante quarenta anos, chegam a Kadesh, na fronteira da Terra Prometida. Não há água por perto e o povo está sedento. Como faziam sempre que algo lhes afligia ou preocupava, lamentaram-se a Moisés: ..."Se, ao menos, tivéssemos perecido quando morreram nossos irmãos [na revolta de Korach, capítulo 16]"... "Por que trouxeste a Congregação do Senhor a este deserto para que, aqui, nós e nossos animais, perecêssemos? E por que nos fizeste sair do Egito, para nos trazer a este lugar do mal?..." (Números, 20: 3-5).

Moisés e seu irmão Aarão pediram a Deus para que surgisse água para o povo. O Senhor respondeu, ordenando a Moisés: …"Toma teu cajado e reúne a congregação, tu e teu irmão Aarão, e, na presença deles, dirige-te à rocha, e da rocha jorrará água". O povo judeu reuniu-se diante da pedra e Moisés clamou: "Agora, escutai, ó rebeldes! Será que tiraremos água desta rocha para saciar vossa sede?" E Moisés levantou sua mão e, com o cajado, bateu duas vezes na pedra. Dela jorra água em abundância e o povo e os animais se saciam. A seguir, Deus diz a Moisés: "Como não acreditaste em Mim, para me santificar aos olhos dos Filhos de Israel, não te caberá levá-los à Terra que Eu lhes dei".

O erro de Moisés, aos olhos dos Sábios

O que teria Moisés feito de errado nesse incidente, que ficou conhecido como as "Águas da discórdia"? Rashi, comentarista clássico da Torá, ressalta que Deus instruiu Moisés a falar à pedra - e não a golpeá-la. E explica que, tivesse ele extraído água da rocha apenas por se ter dirigido à mesma, ter-se-ia realizado um milagre de proporções muito maiores, e, este sim, haveria "santificado a Mim, vosso Deus, aos olhos dos Filhos de Israel".

O Rabi Moshe ben Maimon, Maimônides, oferece uma explicação diferente: o pecado de Moisés teria sido perder a paciência com o povo judeu, quando seus membros reclamaram acerca da falta d'água. Pessoa alguma, sobretudo um líder de sua estatura, considerado o homem mais espiritual que já existiu, deveria dar sinais de impaciência, ao falar. Segundo Maimônides, teria sido o desabafo "Escutai, o rebeldes!", bradado por Moisés, o que lhe teria custado a entrada na Terra Santa.

Rabi Moisés ben Nachman, Nachmânides, por sua vez, não aceita nenhuma das duas explicações acima. Esse místico comentarista bíblico levanta a seguinte colocação: se foi tão errado Moisés ter golpeado a rocha, para que lhe teria o Todo Poderoso ordenado levar consigo o cajado, quando da extração de água para o povo judeu? De fato, a Torá ressalta que Moisés "tomou o cajado diante do Senhor, como Este lhe ordenara" (Números, 20: 9). Ademais, em ocasião anterior, Deus instruíra Moisés a extrair água da rocha, golpeando-a (Êxodo, 17:6). Não teria sido razoável Moisés supor que Deus lhe dissesse levar consigo o cajado para servir idêntico propósito?"

Nachmânides também contesta a explicação de Maimônides, justificando que o episódio das "Águas da discórdia" não foi a primeira vez em que Moisés se mostrou enfurecido com os Filhos de Israel. Durante 40 anos o povo judeu reclamou, rebelou-se e pecou diante de seu líder. E muito embora Moisés os amasse e protegesse, incondicionalmente, sempre os repreendia - até mesmo por motivos bem menos importantes. Por que, então, seria punido dessa vez, em que lhes falou com rispidez, e não nas instâncias anteriores?

Segundo Nachmânides, Moisés errou ao dizer ao povo judeu: "Extrairemos, nós, portanto, água desta rocha para saciá-los?". As palavras do profeta, explica-nos o sábio, poderia induzir-nos a acreditar que fora Moisés - e não Deus - quem realizara o milagre de tirar água de uma simples pedra. Qualquer um - especialmente um líder espiritual - que leva as glórias por um feito sobrenatural está usurpando o lugar do Criador. No instante em que um líder do povo judeu desenvolver seu próprio ego, ele terá fracassado em sua missão. Nachmânides encontra respaldo para sua explicação nas palavras de Deus a Moisés: "Por não teres acreditado em Mim"…, que seriam uma indicação de que Moisés falhara não em uma questão de atitude - tal como golpear a rocha ou se dirigir a seu povo com impaciência - mas em uma questão de fé. Mas, obviamente, também a explicação de Nachmânides é passível de ser contestada, pois, como atesta a própria Torá, homem algum jamais se aproximou do grau de humildade pessoal e de entendimento sobre o Divino alcançado por Moisés.

Outros sábios tentaram encontrar diferentes justificativas para o episódio das "Águas da discórdia". Cada um de seus comentários ensina importantes lições, pois, como está no Talmud, os ensinamentos de nossos Sábios, ainda que se contradigam, são portadores das Palavras de Deus. Mas, isto posto, não podemos deixar de nos perguntar: se Moisés cometeu tão grave pecado a ponto de lhe ser vetado o acesso à Terra de Israel, qual a razão para tanta polêmica sobre qual teria sido o seu erro? A Torá Escrita não o explicita, em passagem alguma. Quando um sábio o culpa de um determinado erro, outro prontamente o isenta. Considerando-se cada uma das explicações em separado, Moisés é culpado de vários delitos; mas, quando consideradas em conjunto, estes anulam-se mutuamente, isentando Moisés de qualquer culpa que seja.

A versão "oficial" diz que Moisés teria desobedecido a uma ordem Divina. Tendo-lhe sido ordenado falar à rocha, ele a tinha golpeado com seu cajado. Mas a questão se complica ainda mais quando nos conta a Torá Oral que Moisés, de fato, iniciou por falar à rocha. Mas tal ação não fez jorrar a água. Por essa razão, o profeta faz o que lhe ordenara o Todo Poderoso em ocasião anterior: bate na pedra com o bastão. E é então que brota a água - contudo, em escassa quantidade. Havia que jorrar com mais intensidade e volume para poder saciar o povo judeu todo e seus animais. E é quando Moisés volta a golpear a rocha. De acordo com o Midrash, o próprio Moisés ficou perplexo com as conseqüências do incidente. Após a comunicação de que não poderia adentrar a Terra Prometida, ele teria dito ao Criador: "Trata-se de uma armadilha contra mim!". A Torá de certa forma respalda a queixa de que todo o episódio teria sido um pretexto utilizado por Deus para vetar sua entrada na Terra de Israel, pois, como veremos adiante, o Senhor "aguardou" 40 anos para "encontrar" um motivo para decretar que Moisés morreria no deserto.

O primeiro Tishá b'Av

Quarenta anos antes do incidente das "Águas da discórdia" ocorreu um evento que marcou, para sempre, a História Judaica. Doze homens - os líderes de cada uma das Tribos de Israel - são enviados em uma missão de espionagem à Terra Santa (Números, capítulo 13). Ao voltarem, dez dos doze "espiões", relatam ao povo judeu que a Terra, de fato, era grandiosa, mas que não teriam condições de a conquistar, já que não tinham chance alguma frente aos gigantes que a habitavam. E, muito embora Deus lhes houvesse prometido que conquistariam a Terra, ao ouvir o relato dos espiões, os judeus caem em prantos, desesperados. Essas lamentações e pranto desenfreados ocorreram na noite de Tishá b'Av - nono dia do mês de Menachem Av, no calendário hebraico.

Desapontado com a falta de fé de Seu Povo, Deus decreta que a geração que saíra do Egito, em sua totalidade - a dizer, os homens com mais de 20 anos - pereceriam no deserto. As únicas exceções seriam os dois espiões que não haviam sustentado o relato dos demais dez. E estes eram Josué, filho de Nun, e Caleb, filho de Yefuneh.

Moisés e Aarão não eram culpados pelo pecado dos "espiões" ou pelo erro do povo que, ao chorar na noite de Tishá b'Av, demonstrou uma falta de fé em Deus. Eles deveriam ter sido incluídos, juntamente com Moisés e Caleb, entre os homens com mais de 20 anos que teriam o mérito de pisar na Terra Santa. Contudo, sabemos que isso não ocorreu - o que revela que seu destino também fora selado naquela noite de 9 de Av. Mas, como não haviam cometido pecado algum, Deus "buscara" um motivo para lhes negar aquele mérito. E este se apresentou, 40 anos mais tarde, no episódio das "Águas da discórdia". Toda a situação que o envolvera - a ordem que Moisés recebeu de levar seu bastão e de falar à rocha, não de a golpear - tudo aquilo fora concebido para o confundir e o fazer "tropeçar". "Trata-se de uma armadilha que Tu armaste contra mim", cita o Midrash como sendo as palavras que Moisés teria proferido ao Todo Poderoso.

Mas, por que razão teria Deus assim agido, especialmente em se tratando de Seu servo mais fiel? Se Moisés era inocente do pecado de sua geração, por que teria sido forçado a partilhar de sua sorte? O Midrash usa a seguinte parábola para o explicar: "Um pastor recebeu de seu rei a incumbência de cuidar e alimentar um rebanho de ovelhas, mas o pastor, descuidado, deixou-as dispersarem-se. Ao tentar entrar no palácio real, de volta, o rei não lhe permite a entrada, dizendo: 'Quando for recuperado o rebanho que lhe confiei, também você será readmitido'...".

Moisés não apenas foi o maior profeta da História da humanidade. Foi, também, modelo supremo do líder judeu, pastor fiel e zeloso, como o chama o Zohar. E um pastor fiel e zeloso é aquele que jamais deixa de lado seu rebanho, sem perder de vista nenhum de seus membros, pelos quais assume contínua e total responsabilidade. A geração que errou no episódio dos "espiões" foi aquela que Moisés, pessoalmente, conduzira para fora do Egito. Para proteger seu povo, ele tivera que enfrentar tudo e todos - o império egípcio, os inimigos do povo judeu com quem lutou no deserto e, até mesmo Deus, quando Ele ameaçou aniquilá-los. Durante sua longa jornada de 40 anos pelo deserto, Moisés lhes ensinou a Torá, cuidando de todas as suas necessidades materiais e espirituais. Ele não poderia - nem lhe teria permitido Deus - entrar na Terra de Israel, deixando-os sós, para trás. "És o líder dessa gente", lembra-lhe o Senhor; "seu destino é o teu destino".

O mesmo pode ser aplicado a muitos Sábios que seguiram os passos de Moisés. Se alguém se perguntar por que tantos nunca pisaram na Terra de Israel, é porque eles, como Moisés, não podiam e nem desejariam deixar para trás de si o Povo Judeu. Enquanto um único judeu viver na Diáspora, sujeito aos perigos da perseguição e da assimilação, o Moisés de sua geração permanecerá "para trás", a fim de cuidar "de seu rebanho".

Explicação mística

Há outra explicação, esta mística, para o fato de Moisés não ter entrado na Terra de Israel. Tudo o que o profeta conseguiu era eterno. A Torá que nos transmitiu é eterna e jamais será abandonada pelo povo judeu. O Mishkan, Tabernáculo que ele ergueu em pleno deserto, nunca foi destruído - como o foram o Primeiro e o Segundo Templos, ambos extintos na trágica data de Tishá b'Av. A tradição ensina que o Mishkan foi misteriosamente escondido, onde até hoje permanece intacto. E preservadas, também o foram, as duas primeiras estelas de safira, contendo os Dez Mandamentos, que Moisés se viu forçado a quebrar, e que foram abrigadas no Aron Hacodesh, que ainda segundo a tradição está oculto em algum ponto, sob o Monte do Templo, em Jerusalém. (Morasha 49).

Os místicos revelam ser esta a razão para o veto à entrada de Moisés na Terra de Israel. Se ele tivesse sido o construtor do Templo Sagrado, este jamais teria sido destruído. Tivesse ele liderado nosso povo já em sua Terra, de lá jamais teríamos sido exilados. E, sendo assim, não tivesse ele morrido no deserto, o povo judeu jamais se teria dispersado pelos quatro cantos da Terra.

Não temos idéia do tipo de país que nossos antepassados teriam construído, se nunca tivessem sido exilados. Mas o que sabemos é que se jamais tivesse existido o primeiro Tishá b'Av - o relato dos espiões e o pranto generalizado de nosso povo; se não tivesse Moisés sido impedido de entrar na Terra de Israel; se não tivesse o Templo sido arrasado e nosso povo, exilado… o mundo seria, hoje, um lugar muito diferente, bem mais sombrio do que é. Pois coube aos judeus a missão e a dádiva Divina de ajudar e curar.

Bibliografia

Torah Chumash Bamidbar - The Book of Numbers; Edited by Rabbi Moshe Wisnefsky; Kehot Publications,
Tauber, Yanki, Land and See; http://www.chabad.org/
Tauber,Yanki Waters of Strife - The Price of Leadership; http://www.chabad.org/

Fonte: Moraha

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Cuidado - contém mensagem subliminar

video

Site informa quando você deverá morrer



O Australian Broadcasting Company criou um Web site “verde” que lhe informa quando você deverá morrer, baseado no uso que você faz dos recursos da Terra, chamado PlanetSlayer, que a empresa proclama ser o “primeiro Web site ambiental irreverente” incluindo uma "calculadora” que informa a um usuário quando ele ou ela deverá morrer, baseado em seu estilo de vida e consumo dos recursos naturais.


A “calculadora” se parece como um vídeo game infantil, com personagens de desenhos animados, incuindo um cão-detetive e um porco.

O usuário responde a uma série de perguntas sobre o quanto anda de carro, se o seu veículo gasta muito combustível, quantas milhas vôou - dividido por viagens à passeio e viagens à trabalho.

À estas respostas são adicionadas outras acerca do tamanho da sua casa, quantas pessoas vivem lá, quanto gasta com contas de serviços públicos (água, gás, energia elétrica, etc...) e se utiliza fontes de energia alternativas.

Depois e só clicar sobre um crânio para saber que você deverá morrer em 23,4 anos, ou 9,3, ou 5,2, dependendo de suas respostas.
Veja o texto original aqui, faça o teste e depois me diga: quando tempo ainda lhe resta?

domingo, 1 de junho de 2008

O dilema de Obama e a questão denominacionalista

Não que me empolgue as eleições norte-americanas, longe disso.
Aliás, me irrita essa mania que temos de dar destaque ao que acontece por lá, ao vivo e em cadeia nacional.
Os caras enxergam o mundo como seu quintal. E a nossa capital será sempre Buenos Aires.

Mas me chamou a atenção o fato de Barack Obama ter anunciado recentemente que desligou-se, após ser membro por 20 anos, da controversa Trinity United Church of Christ.
A decisão deu-se em virtude da divulgação de vídeos com os sermões do seu ex-pastor, Jeremiah Wright, contendo declarações anti-americanas e racistas.

Também ajudou os sermões do padre Michael Pfleger, seu "guru espiritual", acusando Hilary Clinton de pertecer a uma supremacia branca.
Obama disse que, como candidato à presidência, percebeu que teria que responder a cada comentário feito do púlpito pelo atual pastor, Otis Moss, ou qualquer outro pastor visitante.
Perguntado como resolveria o problema quando se associasse a uma outra igreja, Obama respondeu que ainda não tinha pensado nisso.

Leia mais na aqui, em inglês, ou aqui, em português.

Dois pontos: o oportunismo de Obama e a oportunidade perdida, por esta igreja, em participar da construção de um novo cenário nacional.

Acho que a coisa está assim - olham para a Bíblia e dizem: "Estou contigo e não abro!"

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Seria patético se não fosse cômico

Hoje, apenas duas cenas eclesiáticas:

1) Oração, ceia e oferta - mas não ao mesmo tempo!

Domingo. Igreja lotada. Afinal era noite de Ceia. Momento solene.
Um irmãozinho chega esbaforido, tão atrasado que já estão distribuindo o pão.
Mas ele não chega e simplesmente se senta.
Primeiro se ajoelha, faz sua oração e se levanta...justamente no momento exato que o diácono chega com o pão.
O inusitado então acontece: o irmãozinho, dando de cara com o braço estendido do diácono, pensando se tratar do momento da oferta, sapeca-lhe uma cédula de real.
E bem em cima dos pães!!!

2) Vida ao Insecta Hymenoptera

Numa certa igreja, cuja denominação significa "reunião de pessoas para um determinado fim, que se julgam pertencer ao Ser Supremo", um irmãzinho, simples e iletrado, canta a pleno pulmões, seu hinário aberto à frente:

"Abençoa, ó Deus Santo,
Os Teus servos em todo o mundo;
Abençoa o nosso canto
E dá vida aos MARIMBONDOS

Aiaiai....e logo eu que odeio marimbondos!!!!

Obs: para quem não conheçe a letra, ou não entendeu o sentido deste chocarrice, o correto é:

E DÁ VIDA AOS MORIBUNDOS...


quinta-feira, 29 de maio de 2008

As 25 diferenças entre o pastor e o lobo

Osmar Ludovico da Silva*

Mt 7:15-16a "Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores".

1- Pastores cultivam o aprisco; lobos criam armadilhas.
2- Pastores buscam o bem das ovelhas; lobos buscam os bens das ovelhas.
3- Pastores vivem à sombra da cruz; lobos vivem à sombra de holofotes.
4- Pastores choram pelas suas ovelhas; lobos fazem suas ovelhas chorar.
5- Pastores têm autoridade espiritual; lobos são autoritários e dominadores.
6- Pastores têm esposas participantes; lobos têm mulheres coadjuvantes.
7- Pastores têm fraquezas; lobos são poderosos.
8- Pastores olham nos olhos; lobos contam cabeças.
9- Pastores são ensináveis; lobos são donos da verdade.
10- Pastores têm amigos; lobos têm admiradores.
11- Pastores vivem o que pregam; lobos pregam o que não vivem.
12- Pastores sabem orar no secreto; lobos só oram em público.
13- Pastores vivem para suas ovelhas; lobos se abastecem das ovelhas.
14- Pastores vão para o púlpito; lobos vão para o palco.
15- Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas; lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
16- Pastores alimentam as ovelhas; lobos se alimentam de ovelhas.
17- Pastores buscam a discrição; lobos se autopromovem.
18- Pastores usam as Escrituras como texto; lobos usam as Escrituras como pretexto.
19- Pastores se comprometem com o projeto do Reino; lobos têm projetos pessoais.
20- Pastores vivem uma fé encarnada; lobos vivem uma fé espiritualizada.
21- Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem independentes de homens; lobos criam ovelhas dependentes deles.
22- Pastores são simples e comuns; lobos são vaidosos e especiais.
23- Pastores tem dons e talentos; lobos tem cargos e títulos.
24- Pastores dirigem igrejas-comunidades; lobos dirigem igrejas-empresas.
25- Pastores pastoreiam as ovelhas; lobos seduzem as ovelhas.
E eu adicionaria:

26- Pastores apascentam as ovelhas; lobos a pá sentam nas ovelhas.

* Pastor da Igreja Evangélica Comunidade de Cristo em Curitiba

quarta-feira, 28 de maio de 2008

O gueto de Jesus

A palavra gueto trás em sí a idéia de uma área ou local onde pessoas com os mesmos ideais, visão do mundo, etnia, etc...vivem agrupadamente, mesmo que nem sempre de forma harmoniosa.

Porém, seu conceito foi tristemente marcado pela segregação imposta pelos nazistas aos judeus, durante a II Guerra Mundial, fazendo-os viver em condições sub-humanas.

Quero usar a palavra "gueto" justamente com esse sentido: um ajuntamento de pessoas, com mais ou menos os mesmos ideais e objetivos comuns, onde as regras de convivência são, por vezes bem definidas, por vezes inferidas.

Daí, há que se falar em Gueto de Jesus, onde nem sempre o acesso a ele (o gueto, não Jesus) é fácil e espontâneo.

Conta-se que em uma das reuniões mensais dos demônios(*), a cada um foi dada a palavra para relatar seus "feitos", suas atividades no mundo.

O primeiro falou: - Eu consegui novamente embriagar um grande grupo de jovens, e, ainda por cima, os fiz se espatifarem com o carro em um poste!

Palmas e palmas na assembléia!! plac..plac...plac.

O segundo relata: - Consegui fazer chegar um grande carregamento de drogas na cidade. Perdi uma pequena parcela, mas a maior parte já está sendo distribuida!

- Plac..plac.plac..hurras e vivas....

Um demoniozinho, ainda aprendiz, calado e quieto no canto é chamado:

- E você, inútil(**), o que tem feito?

-Ah, estou investindo naquele crente, sabe, aquele crente fraco, que luta para ser fiel, ir sempre igreja e participar das reuniões. Mas pouca coisa consegui contra ele. Algumas vezes consigo derrubá-lo, mas ele logo volta arrependido para seus irmãos!

-Ooooh, ecoa pelo salão....múrmurios de desapontamento geral...

-Seu tolo! diz o demônio-chefe. Já não te disse para não se ocupar destes crentes fracos e titubeantes? Deixe estar, pois os irmãos dele, os da sua igreja, se ocuparão de desmotivá-lo e derrotá-lo. São conhecidos pela sua doutrina dura e implacável!!

(*) Eles se reunem sim, senhor. São bem organizados, tenha certeza.
(**) Imagino que eles devam se tratar assim.


Kurielaison!!!

Doze conselhos para ter um infarto feliz

Por Ernesto Artur e indicado pela Cecília.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc...

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo e o fôlego tome logo estimulantes e energéticos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração e meditação diante de Deus. Isto é para crédulos e tolos. Repita para si: Eu sou a minha própria religião.

domingo, 25 de maio de 2008

Líbelo anti-guerra ou coisa parecida

Estava ontem em um churrasco com familiares e amigos quando um camarada saca seu violão e se propõe a cantar músicas sertanejas.
Não que eu aprecie muito este estilo, mas...noite enluarada, céu estrelado, me deixei alí ficar, ouvindo, prestando atenção nas letras das músicas.

Geralmente as letras têm uma temática ligado às coisas do campo, porém, me surpreendi com uma que falava sobre soldados, guerra e um menimo com um teste de vida ou morte.
Descubro que a música se chama "Olho de Vidro", interpretada por Valderi e Mizael.

Bem, bem, avaliem vocês mesmos:

Valderi & Mizael - Olho De Vidro

Soldados armados em grande batalha
cobriam de sangue a terra alemã
ali onde a morte era trunfo e vitória
ganhava mais uma sangrenta manhã

Seguiram as buscas ao grande inimigo
soldados formados por um batalhão
e quando invadiam a velha ruína
saiu um menino com as mãos para cima
pedindo clemência e chamando atenção

Senhores soldados eu peço clemência
me poupem a vida em nome de Deus
eu sou uma vida que está começando
talvez salve ainda um filho dos seus

Meus pais e parentes também já morreram
não há mais ninguém que me possa valer
eu não tenho culpa se houve esta guerra
nem que seja contra as leis de sua terra
pelo amor de Deus me deixem viver

E quando os soldados já estavam na mira
ouviram a postos o senhor capitão:
vou dar-lhe um teste uma chance de vida
somente por sorte terá salvação

Não sabes que tenho um olho de vidro
herança que a guerra também me deixou
será o esquerdo ou será o direito?
pois este transplante foi quase perfeito
que em mais de 10 anos ninguém reparou

O pobre menino chorando assustado
evitando o olhar do senhor capitão(*)
em meio a seu pranto falou a sorrir
nem mesmo a ciência engana o cristão

Vou dar-lhe a resposta com toda a certeza
entrego-lhe a vida se acaso eu errar
seu olho direito é o de verdade
que mostra um pouco de amor e piedade
que o olho de vidro não pode mostrar

(*) Pensando bem, se o menino evitou o olhor do capitão, como pôde saber qual era o de vidro?

Hum, será que eu não me mostraria mais "intelectual" se citasse o Living With War do Neil Young?

sábado, 24 de maio de 2008

Passagens bíblicas difíceis de entender - parte 1

A partir do capítulo 11 do livro de Juízes, temos a narração de um personagem curioso: Jefté - filho de Gileade com uma prostituta, que, justamente por isso, foi expulso de casa pelos outros filhos legítimos, seus meio-irmãos.
Morando em Tobe, território ao oriente de Gileade (atualmente Taipibeh, em Basã do sul), levava uma vida aparentemente dissoluta, pois associou-se a homens "levianos" (vers. 3).

Tudo muito bem, tudo muito mal, pois os amonitas investem contra Israel - e quem os anciãos, os líderes da cidade vão procurar? Exato, Jefté!
Não é explicado como um bastardo, expulso de casa, associado a homens de conduta questionável poderia ajudar os israelistas.

Claro que Jefté age como a maioria de nós agiria: "Vocês me expulsam de casa e agora que a coisa aperta, vem me procurar?"

Nada como ter o poder da barganha a seu favor! Procurado para ser simplesmente o líder militar (versículo 6) ele, espertamente, consegue dos anciãos a promessa de se tornar o líder, o "príncipe" do seu povo.
Avaliando sua situação (desterrado, longe do lar, vivendo com pessoas "levianas") , claro que ele aceita a proposta.

Sua primeira atitude foi tentar conversar com o rei de Amon, usando a tal "via diplomática". Parece que o mudo gira e a humanidade não muda, pois as conversações para se evitar uma guerra não deram em nada.

Vendo que o confilto se aproxima, Jefté, faz um voto a Deus (versículo 30): se saisse vencedor ofereceria em holocausto a primeira "coisa" que saisse pela porta da sua casa.
Ah, se ele soubesse as consequências terríveis que esta promessa traria!

O texto narra que Jefté saiu vitorioso, combatendo com "grande mortandade", tendo sido envolvidas 20 cidades no conflito.

Agora vem a parte terrível: ao chegar em casa, Mispa, sua filha lhe vem ao encontro, toda alegre e saltitante (versículo 34) - naquela época era costume abrigar dentro de casa não só os familiares, mas também os animais.
Claro que Jefté pensou, ao fazer seu voto, em sacrificar um animal qualquer, nunca sua filha.
Este é um bom exemplo de pessoas bem itencionadas, mas com sérios problemas de juízo de valor.

Por mais desespero que Jefté sentisse (versículo 35), sabia que uma vez feito o voto, não poderia ser quebrado. Laconicamente o texto diz que, Jefté "... cumpriu nela o seu voto que tinha feito".
Quer dizer, na parceira de ovos com bacon, Mispa foi o porco.

Lições aprendidas:

1) Deus chama quem lhe aprover, independentemente do seu status social ou preparo técnico;
2) Aprenda a dominar as mágoas e males sofridos no passado;
3) Não se perca fazendo votos dos quais não poderá cumprir, ou pior, que cumprindo venha trazer dissabores para a vida dos outros;
4) Nunca pense que sua posição de "líder" lhe dê o direito de por e dispor;
5) Não misture no seu trato, pessoas e coisas.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Motivos e Razões

Mais importante do que começar a escrever é decidir o que escrever!

Pesquisando esses dias na internet, me surpreendi, mesmo considerando não se tratar de um fenônemo novo, com a quantidade de blogs existentes.
Interessante como cada um tem uma visão do mundo, um modo diferente de encarar a vida.
Assuntos para todos os gostos!

Nunca tinha me disposto a criar um.

Considerava uma coisa pedante expôr pensamentos e idéias, que a princípio só dizem respeito a mim. Isto considerando se, por algum acaso, alguém viesse a lê-los!

Bem, mudei de idéia e como disse Francis Bacon: "Triste não é mudar de idéia. Triste é não ter idéia para mudar."

Frase bonita, apesar de não ser recomendado utilizá-la livremente como argumento de vida.

Mudar de idéia dá uma sensação desconfortável de volubilidade, de pessoa influenciável. Leiam este texto sobre o FHC.

Mas, vejam só, pode também ter um signficado positivo: o de uma pessoa que após reflexão, estudos acerca de determinado tema, por vezes intrigante, faz descobertas, obtendo visões diferentes para o assunto.

Não é bom quando um juiz muda de idéia e deixa de marcar aquele penalti? Mas, mesmo assim, só será positivo se o time beneficiado for aquele pelo qual você torçe!


"Oh, palavras que custam a pronunciar! Emendem-se!
Oh, textos que não saem das nossas mãos e ficam resumidos a duas frases medrosas!
Endireitem-se e ganhem coragem! Façam-se prosa, façam-se gente!
Preciso escrever, manter estas palavras minhas companheiras.
Escrevam por vontade, escrevam por alegria, escrevam por raiva,…, escrevam
!"